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ORIGEM DO NOME E HISTÓRIA DA EMANCIPAÇÃO

"Itaguara" é uma palavra de origem tupi-guarani. Significa "pedra do lobo", através da junção de itá ("pedra") e Guará ("lobo"). Segundo estudiosos, também pode significar "pedra lascada".
Em 31 de dezembro de 1943, Itaguara emancipou-se politicamente e juridicamente do município de Itaúna, ao qual pertencia desde 1901. Deste modo, tivemos a formação de uma comissão que tinha como objetivo promover a emancipação política de Itaguara, assim constituída:

Presidente de honra: padre Geraldo Rodrigues Costa
Vice-presidente: coronel Francisco de Moraes Resende

1º Secretário: Wandy de Moraes Silva
2º Secretário: Mário de Oliveira Lima
1º Tesoureiro: Antônio Ferreira Moraes
2º Tesoureiro: Pedro Dias da Silva

Depois de discutirem por onde deviam iniciar os trabalhos, os membros da comissão trataram da parte financeira, para cobrir alguns gastos com correspondências. 
Coletaram entre si, a importância de (um conto e duzentos cruzeiros velho), quantia bastante elevada para a época.
Comunicaram ao Dr. Nelly de Moraes Silva, Filho de Itaguara e residente em Belo Horizonte, para que fosse porta voz, junto às autoridades competentes, a fim de que nosso desiderato fosse vitorioso.

Escreveram ao Dr. Eduardo Smidtt, que era o relator dos processos. Sendo este, um dos maiores trabalhadores para nossa causa. Padre Geraldo Rodrigues Costa não media sacrifícios com pedidos e solicitando a máxima acolhida aos nossos anseios.

 Para ele, que era amigo de Dr. Eduardo Smidtt, não foi difícil a missão, pois esta dupla de pontas de lança, funcionavam sem perca de tempo em todos os setores.
 Fizeram um memorial em papel pergaminho, com redação de Dr. Eduardo Smidtt explanando os fatos e mostrando o que tínhamos e poderíamos ter. 

Confeccionaram um álbum com fotografias de animais e fazendas de cafezais, vista parcial do distrito etc.
Naquele tempo, a lei não permitia a elevação de categoria de cidade, aquela que não tivesse o número mínimo de 300 casas cobertas com telhas, Itaguara, no entanto, ultrapassava esta cláusula.
A comissão reunia-se na casa de Wandy de Moraes Silva e, todos os pedidos e informações que recebiam eram imediatamente solucionadas, pois este lema foi o fato de grande vitória.
Após a emancipação, em 1° de fevereiro de 1944 o distrito de Itaguara teve elevado o seu status para município. 

SIGNIFICADO DA BANDEIRA DE ITAGUARA

Através de uma lei federal, foi instituído que todo município e entidades haveriam de possuir um brasão. Baseada em legislação federal foi instituída a bandeira de Itaguara, já oficializada em Brasília. Esta bandeira focaliza o que há de mais importante e objetivo para simbolizar Itaguara. 
      A história de um povo, sua fé, sua esperança e um grande espírito de luta. Eis o que retrata a nossa bandeira. 
      Por ser Itaguara uma cidade mineira, traz o retângulo branco como parte do símbolo do estado. 
      As chaminés traduzem a ideia de indústrias que no futuro bem próximo, será nossa principal atividade econômica.
      A faixa apresenta-nos de maneira destacada a data: 1943. Ano decisivo para Itaguara, porque a partir daí fomos elevados a categoria de cidade. 
      A estrela, formada por dois triângulos, também nos lembra a bandeira do estado de Minas Gerais. 
      Ao centro da estrela, é destacada uma circunferência, sobre a qual a cruz fixada representa o espírito religioso itaguarense. 
      Debaixo da circunferência está simbolizada a agropecuária que, atualmente constitui a nossa principal atividade econômica. 
      A circunferência foi reservada para representar um pouco de nossa história.
      O azul anil representa o aspecto de nosso céu, sempre azul. 
      As montanhas vem acentuar o aspecto geográfico de Itaguara. 
      O verde esmeralda em homenagem ao bandeirante Fernão Dias Paes Leme, que por aqui passou em busca das sonhadas esmeraldas. 
      Finalmente a Pira, que nos faz recordar a velha conquista. E que ainda hoje traduz o espírito de competição e perseverança de um povo unido, sempre em busca de um novo amanhã.






HINO OFICIAL DA CIDADE
Letra de Paulo de Oliveira Rezende e música do maestro Luiz Gonzaga de Paula

Sob o verde esperança da mata 
Dorme o índio seu sono tranquilo 
Nas sedências de ouro e de prata 
A sonhar da esmeralda com brilho” 

Estribilho. 
“Se o torrão que hoje é nosso custara
Todo ardor que o nativo carinha 
Eia! Vamos pertence a Itaguara
Destas plagas tornar-se a rainha”

“O desperta e o feroz patriota
Com seu tosco aparelho de guerra
Que importa a vitória ou a derrota
Só deseja salvar sua terra”

“Da Conquista lhe nascem as dores
E do seio se levanta Sobreiras
Homem digno e demais fundadores
Nos deixaram lembrar as bandeiras”

“Conquistamos o passado é de glória
Itaguara pra nós é Conquista
Mostraremos em marcha notória
Tendo as bênçãos de Deus sempre a vista”